Minha deliciosa professora
Quando iniciei na última turma do ensino médio fui surpreendida por uma professora linda, que ficaria até o fim do ano com a gente.
Sandra, seu nome , 36 anos sua idade, uma loira pernuda, que gostava de vestidos curtos , e foi aí que comecei a me apaixonar por ela.
Me chamo Amanda, tenho 19 aninhos e vou contar como acabei tendo uma transa gostosa com a professora Sandra.
Ela parecia ser bem chata , mas foi bom essa postura , pois eu gostava de estudar e a sala já estava naquele clima de final de ano. Comecei a me aproximar de Sandra, primeiro com olhares maliciosos que deixavam ela toda sem jeito, acho que ela pensava , que aluna mal criada, me olhando como se fosse me comer com os olhos , rsrs. E era assim mesmo que eu fazia , cada passo que ela dava dentro da sala , cada cruzada de pernas eu acompanhava. Numa sexta feira ela se vestiu como o Diabo gosta, como diz o ditado, um vestido verde coladinho, desenhando sua bunda gostosa e um salto alto, quando ela sentou na sua cadeira e cruzou as pernas quase que passo mal, eu literalmente babava olhando aquela mulher, e estava babando mesmo, juntava as pernas e sentia a minha buceta umedecer e escorrer, molhando minha calcinha.
Não me contive, escondidinha, aproveitei a sala quase vazia e tirei uma foto com o meu celular, nossa , fiquei trêmula, ansiosa , nervosa pra chegar em casa e me deliciar com aquilo, e foi o que fiz, tomei um banho, me deitei na cama , fechei a porta do quarto, sentia meu grelinho pulsar, me esparramei na cama e toquei uma siririca tão gostosa que molhei a cama com meu tesão.
Quando acabei vi que eu estava realmente começando a gostar da minha professora como mulher , comecei a deseja-la todas as aulas .
Me tocava pensando nela quase todas as noites antes de dormir, e ela aos poucos ia deixando de ser aquela pessoa chata do início e começamos a trocar conversas e ficar até o fim do horário sozinhas na sala, mesmo quando ela liberava todo mundo.
Os papos foram rolando e num desses afirmei pra ela que gostava de mulher , depois que ela me perguntou sobre namorados. A partir daí nossa amizade se consolidou , e virou quase que um namorico, com piscadas de olho e sorrisos safados. Vi que eu tinha chance, perguntei a ela se já tinha tido algo com mulher, ela falou que não maaaass, insisti e ela disse que tinha apenas curiosidade. Tudo que eu precisava pra bolar meu plano fatal, numa dessas sexta feiras , véspera de concurso nível ensino médio, perguntei se ela poderia ficar um tempinho a mais comigo no final da aula. Ela concordou, perfeito, sentamos uma de frente pra outra, assim eu numa cadeira e ela na minha frente, as coxas grossas lindas pertinho de mim, fiz de tudo para encostar nela, de propósito derrubei uma caneta e quando fui apanhar me apoiei em sua coxa loirinha, senti seus pelos eriçarem, eu sabia que ela estava atiçada com aquela situação também. Levantei e meu coração tremia, continuamos a trocar ideias sobre a prova, e eu babando na frente daquela mulher linda e cheirosa, perguntei professora posso ir no banheiro rapidinho? Ela disse claro , vá tô sem pressa hoje, adorei aquilo, ela toda disponível pra mim. Fui ao banheiro e tirei a prova, minha buceta já transbordava tesão, eu então resolvi atiçar minha professora de verdade, tirei a calcinha e guardei no bolso, o fardamento da escola era calça cotton, dei uma volta na escola e vi que muita gente já tinha ido embora, sexta feira era assim. Quando entrei na sala , Sandra foi logo falando , Amanda toma a chave , fecha por dentro, alguém pode reclamar da gente aqui essa hora, acende a luz, cada momento desse era um motivo pra eu imaginar coisas , e eu já tava quase molhando o moletom com meus líquidos da buceta, sentei mais uma vez em sua frente e notei seus seios bem pontudos, tá com frio professora? - é tá esfriando né, concordei que sim. Fiz questão de ficar bem abertinnha, olhei disfarçadamente pra baixo e vi minha buceta marcando , Sandra era que não tirava os olhos da minha pepeca. Eu era sem trava na língua mesmo, tá olhando o que mulher ? Falei com um sorriso tímido, ela gaguejou e retrucou , você tá sem calcinha Amanda?
Tô sim, eu me molhei no banheiro.
Ouvi um nossa !!!
Que foi, nunca deu aula a uma aluna sem calcinha ?
- claro que não, respondeu ela.
Eu insisti, e soltei , e a uma aluna molhadinha já deu ?
Hummm, não sei , só vendo.
Só se for agora professora linda, falei sorrindo e me levantei da cadeira, baixando a calça de moletom em sua frente.
Ela ficou pasma.
- menina sua louca se alguém nos ver ?
A porta está fechada lembra professora?
Que tal matar sua curiosidade comigo?
- é arriscado
É rápido, só uma provinha,vem , segurei seu pescoço e taquei- lhe um beijo molhado e gostoso, nossas línguas se enroscaram , eu muito ávida, chupava mesmo seus lábios e língua. Senti sua mão tocar minha boceta, eu tinha deixado ela raspadinha dois dias antes, você quer me chupar Sandra , pra saber o gostinho.
- só se for logo...
Me sentei na cadeira e ergui as pernas apoiando em duas bancas próximas, ficando totalmente exposta a minha professorinha. Sandra se abaixou , ficando de joelhos em frente ao meu corpo nu, encostou a boca nos lábios molhados da minha boceta , eu me entreguei , cada vez mais inclinava meu corpo e segurava sua cabeça guiando onde sua língua devia passar, fui relaxando e sentindo a boca da minha professora sugar meu sexo, eu estava prestes a gozar e anunciei entre gemidos e palavras roucas, aiiii professora vou gozar na tua boca, ela fez que nem ouviu e permaneceu chupando, não me contive, soltei um berro que se algum segurança lá na portaria não ouviu, a gente tava com sorte mesmo, me derramei toda na boca da minha professora gostosa. Ela tirou o rosto molhado do meu sexo , e sorrindo , nervosa , perguntando o que tínhamos feito.
Nossa , você me fez gozar como nunca professora, adorei isso. Matou minha vontade de você, ou melhor, tô com mais vontade ainda.
- vamos embora, repetiu, vamos embora , podemos ser pegas, me recompus, tirei minha calcinha do bolso, quando ela viu reclamou, já tinha planejado né safada.
Sorri e saímos da sala devagarzinho , como se nada tivesse acontecido.

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